A finalidade deste Blog é divulgar as Vozes do Céu através das Mensagens dos Sagrados Corações de Jesus,Maria,José e do Divino Espírito Santo,dos Anjos e dos Santos,transmitidas ao Vidente Marcos Tadeu,nas Aparições de Jacareí-SP/Brasil. São as mais intensas,extraordinárias e últimas Mensagens dadas ao mundo para que se converta e tenha paz.Nestas Santas Aparições São José deseja que nos Consagremos a Ele ,que o invoquemos como Amantíssimo Coração de São José e também como
CORAÇÃO PATERNAL DE SÃO JOSÉ,para que Ele possa nos conduzir pelo caminho da Santidade e nos leve ao verdadeiro Amor a Jesus e Maria.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

16 de outubro - Dia de Santa Margarida Maria Alacoque



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SANTA MARGARIDA MARIA ALACOQUE
Santa Margarida Maria Alacoque
1647-1690


Jacareí, 08 de Dezembro de 2006
Mensagem de Santa Margarida Maria Alacoque 
(Vidente do Sagrado Coração de Jesus) “

– Marcos, Eu Sou Margarida Maria Alacoque, a vidente do Sagrado Coração de Jesus de Paray-le-Monial. Eu também amo e defendo este lugar com a Graça que me concedeu o Senhor Deus Todo Poderoso. Velo por este lugar e cada vez que algum mal se aproxima dele, de ti e dos teus companheiros, logo eu já levanto o Sacratíssimo Coração de Jesus, brado Seu Nome e debelo assim os males que contra este lugar se levantam. Da mesma forma defendo todo aquele que divulga as Mensagem dos Sacratíssimos Corações Unidos deste lugar e que lutam e que trabalha pelo bem deste lugar. 

Eu desejo que as primeiras sextas feiras do mês em desagravo ao Coração de Jesus e os primeiros sábados voltem a ser praticados com o fervor e a devoção do início. Desejo que essa devoção reparadora aos Corações de Nosso Senhor e da Mãe de Deus unida também a devoção ao Coração Amantíssimo de São José no Primeiro Domingo se espalhe e seja praticada por todos. 

Se o rei da França tivesse ouvido os apelos que Nosso Senhor lhe dirigia por meio de mim, se ele tivesse feito a devoção reparadora ao Coração Jesus e feito com que todo o reino de França também a praticasse não teria havido a revolução Francesa com seus males e suas perseguições contra a Santa Fé Católica e os servos de Deus. Da mesma forma, se vós não fizerdes esta devoção reparadora e não a espalhardes, virão graves sofrimentos para vós no Brasil e para o mundo. Tão graves e até piores do que aqueles que vieram sobre o reino da França por não terem obedecido as Mensagens de Nosso Senhor em Paray-le-Monial. 

Por isso eu lhes peço, a todos vós, que espalhes a devoção reparadora aos Corações Unidos; Que rezeis o Santo Rosário Meditado diariamente; Que coloqueis os Três Sagrados Corações Unidos entronizados em Vossos Lares e que diante deles nas primeiras Sextas, Sábados e Domingos consagreis vossas famílias, consagreis as vossas almas e façais assim ato de reverencia de desagravo e renovação das promessas do vosso batismo, da vossa fé e da vossa Consagração aos Sacratíssimos Corações Unidos por toda Eternidade. 

Se isto for feito atraireis a misericórdia de Deus. Se não for feito atraireis a justiça, a cólera e os castigos de Deus. Santos são os decretos do Senhor e justos os Seus desígnios. Marcos, eu te abençôo com todos aqueles que são caros aos teus corações , a todos os vossos corações. 

Abençôo-te e abençôo a todos aqueles que são caros ao seu coração também e hoje, mais uma vez repito: 

Que reine o Coração de Jesus em todas as Nações, em todos os povos agora e pelos séculos sem fim!”

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FILME:APARIÇÕES DO SAGRADO CORAÇÃO À VIDENTE MARGARIDA MARIA ALACOQUE - PARAY-LE-MONIAL na FRANÇA 1673 - VOZES DO CÉU 2
SANTUÁRIO DAS APARIÇÕES DE JACAREÍ-SP-BRASIL
0XX12 99701 2427
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Margarida Maria Alacoque, nasceu no dia 22 de Agosto de 1647 em Verosvres, na Borgonha. 

O seu pai, juiz e tabelião, morreu quando Margarida ainda era muito jovem.

Após a morte de seu pai, Claudio de Alacoque foi morar na casa de seu tio Toussant(tussã) e sofreram ela e sua mãe, dona Felizberta de Alacoque.

Assim ela conheceu a humilhação da necessidade, vivendo ao capricho de parentes pouco generosos e nada propensos a consentir que ela realizasse o seu desejo de fechar-se no convento.

A mãe e os irmãos, eram vítimas das perseguições diárias de tias rabugentas com as quais habitavam. Sua mãe, sofrendo de longa e dolorosa doença, foi carinhosamente amparada pela pequena Margarida, apesar da repulsa que certos cuidados exigiam à sua extrema sensibilidade.

Recebeu a comunhão aos nove anos e aos 22, a confirmação, para a qual quis preparar-se com confissão geral: ficando quinze dias preparando-se, escrevendo num caderninho a grande lista de seus pecados e faltas, para ler depois ao confessor.

A sua mudança para o convento das Irmãs clarissas, que cuidariam dela e de seu aprimoramento religioso, representou um período difícil pela separação da vista da mãe.

A decisão de enviá-la para as clarissas não foi tanto pelas incoveniências em cuidar da mãe, mas principalmente pela luta diária diante da falta de amabilidade e incompreensão dos que a rodeavam. 

Permaneceu no convento das clarissas, porém, ligada à vida secular até atingir a juventude. 

Certo dia, quando participava de uma missa, mesmo sem conhecer o sentido exato, pronunciou inspiradas palavras de consagração ao Senhor:

"Ó meu Deus", disse, "consagro-vos a minha pureza e faço-vos voto perpétuo de castidade".

Uma doença, porém, passou a lhe atormentar por um período de quatro anos, de modo que o sofrimento tornou-se constante, já que nenhum medicamento era eficaz para abrandar as intensas dores no organismo.

Foi quando, milagrosamente, a doença regrediu até a cura, e por este motivo consagrou-se à Virgem Maria, prometendo entrar no serviço religioso.

Estava decidida a ingressar na Congregação das Ursulinas, quando uma voz secreta disse-lhe:

"Não a quero lá, mas em Santa Maria...!

Estava claro que o Senhor destinara ela para a Congregação das Irmãs da Visitação e isto já era prefigurativo de como ela iria glorificar o Senhor na propagação do Coração de Jesus.

As palavras do fundador da Ordem da Visitação, São Francisco de Sales, quando escreveu a São Jeanne de Chantal em 10/06/1611, demonstravam já a devoção da congregação aos Corações de Jesus e Maria:

"Realmente, a nossa pequena congregação é uma obra do Coração de Jesus e de Maria".

Devoção correlatada por São Jeanne de Chantal:

"As Irmãs da Visitação são bem humildes e fiéis a Deus, e terão o Coração de Jesus como residência e estada neste mundo". 

Santa Margarida foi acolhida no convento das Irmãs da Visitação de Paray-le-Monial.

Ali mesmo o Senhor se manifestaria a ela em revelações distintas, relativas à difusão da consagração e amor ao Seu Coração.

Na festividade de São João Evangelista de 1673, uma moça de vinte e cinco anos, irmã Margarida Maria, recolhida em oração diante do Santíssimo Sacramento, teve o singular privilégio da primeira manifestação visível de Jesus, que se repetiria por outros dois anos, toda primeira sexta-feira do mês.

Em 1675, durante a oitava do Corpo de Deus, Jesus manifestou-se-lhe com o peito aberto e apontando com o dedo seu Coração, exclamou:

"Eis o Coração que tem amado tanto aos homens a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor. E em reconhecimento não recebo senão ingratidão da maior parte deles".

A essência da mensagem, porém, agrupa-se em três revelações.

A primeira ocorreu em 27 de dezembro de 1673, conforme relatou Santa Margarida:

"Diversas vezes, diante do Santíssimo Sacramento... "encontrei-me inteiramente investida desta divina presença... eu abandonei-me ao Seu Divino Espírito, por força do Amor o Seu divino Coração...

Ele me fez repousar de forma extrema e por um longo tempo sobre o Seu divino peito, onde pude descobrir as maravilhas do Seu amor, e os segredos mais profundos e inexplicáveis do Sagrado Coração...

Ele me disse:

"O Meu divino Coração transborda de amor para os homens, de modo especial por você, que não poderá mais conter para si a luz das chamas da brilhante caridade;
é necessário que seja difundida aos homens, e que lhes seja manifesto para enriquecê-los dos preciosos tesouros que te revelei..."

A segunda, situa-se provavelmente deu-se em uma das primeiras sextas-feiras do ano 1674:

"E numa das vezes, entre tantas outras, em que o Santíssimo Sacramento estava exposto, após ser eu retirada do interior de mim mesma...

Jesus Cristo, Meu suave Mestre, apresentou a mim, repleto da sua glória, suas cinco chagas, brilhantes como cinco sóis, e desta sagrada Humanidade saíam chamas de todas as partes, sobretudo do Seu adorável peito, semelhante à uma fornalha; neste instante revelou-me todo o amor e todo o seu amável Coração e o estado da fonte viva destas chamas.

Ele revelou-me as maravilhas inexplicáveis de seu Puro Amor, excessivamente entregue aos homens, dos quais recebia apenas frieza e ingratidão...

" Na terceira, ocorrida durante o mês de junho de 1675, Jesus exigiu que fosse feita uma festa especial ao Seu Sagrado Coração:
"Numa das tantas vezes em que encontrava-me diante do Santíssimo Sacramento, revelou-me Deus as graças excessivas de Seu Amor... 

Então, mostrando-me Seu divino Coração, disse:

"Aí está o Coração que tanto tem amado os homens, a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor;

... eu te exijo mais, que na primeira Sexta-feira de acordo com a oitava do Santíssimo Sacramento, seja dedicada e junte-se à esta festa por honra ao Meu Sagrado Coração, fazendo que seja de igual honra àquele dia, a fim de reparar as indignidades e ultrajes durante o tempo em que o viram exposto sobre os altares.

Margarida Maria Alacoque, escolhida por Jesus para ser a mensageira do Sagrado Coração, já fazia um ano que vestira o hábito das monjas da Visitação em Paray-le-Monial.

No último período de sua vida, nomeada mestra das noviças, ela teve a consolação de ver propagar-se a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, e os próprios opositores de outrora mudarem-se em fervorosos propagadores.

O Carnaval por Santa Margarida Maria Alacoque

"Era dos últimos dias de carnaval; toda a galharda juventude da aldeia entregava-se a alegres folguedos. Enquanto reboavam na praça publica o canto e a música, propôs-lhe o irmão que se permutassem as roupas e se mascarassem. Margarida, que ainda não tinha completado cinco anos, opôs-se terminantemente e afastou-se do irmão, dizendo que aquilo podia ofender a Deus.

A esta delicadeza de consciência unia um amor ardente pela oração e pela solidão, e precoces instintos de penitencia, tais que enchiam de maravilha a quantos a rodeavam. Rezar e sofrer eram as supremas aspirações da sua alma virgem." (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)

Numa noite de carnaval vestiu-se luxuosamente para tomar parte num festim, ao qual muitas das suas companheiras a haviam convidado. De volta, quando estava para se deitar, apareceu-lhe Jesus no mistério doloroso da sua flagelação, todo desfigurado pelos açoites, com o corpo ensanguentado, o semblante pálido e macilento, os lábios crestados pela sede e os divinos olhos cheios de lágrimas; e, depois de a haver fitado com olhar severo: «Filha cruel, disse-lhe, vê a que estado me reduziram as tuas vaidades! Tu estás perdendo um tempo infinitamente precioso de que deve-verás prestar rigorosas contas; atraiçoas-me e me persegues, depois de eu te haver dado tantas provas do meu amor». (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)

"Certa vez, em tempo de Carnaval... Ele (Jesus) se me apresentou na figura de um ECCE HOMO (“Eis aqui o homem” Jo 19,5), carregando sua Cruz, todo coberto de chagas e contusões e brotando, de todo o seu corpo, seu Sangue adorável. Com uma voz dolorosamente triste, dizia:"Não haverá ninguém que tenha piedade de Mim e queira compadecer-se e tomar parte em minha dor vendo o lastimoso estado em que Me põem os pecadores, sobretudo neste tempo de Carnaval?" Prostrando-me aos seus sagrados pés, ofereci-me a Ele, com lágrimas e suspiros. Colocou sobre os meus ombros aquela pesada Cruz , toda eriçada de pontas de pregos, e sentindo-me sucumbida sob o seu peso, comecei a compreender melhor a gravidade e malícia do pecado, a qual sentia tão vivamente no meu coração, que teria preferido mil vezes precipitar-me no Inferno a cometer voluntariamente um único pecado. “Maldito pecado – disse – que detestável és, pela injúria que fazes a meu soberano Bem!” (Santa Margarida Maria, Autobiografia, capítulo 9)

“Parecia-me que me cravavam em uma cruz dolorosíssima, na qual sofri tanto que dificilmente poderia explicar e nem conhecia a mim mesma, sobretudo nos três últimos dias de Carnaval, nos quais acreditei que estava próximo o meu fim.” (Carta de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise – n° 62 – em Março de 1687)

“Meus sofrimentos são tais que acreditava que ia morrer em cada momento, embora já tivessem sido anunciados por este caritativo Coração. Creio que me fez o seguinte pedido: ‘Se queria acompanhá-Lo na Cruz durante este tempo (de Carnaval) em que está tão abandonado pelo empenho que todos tem de divertir-se, e pelas amarguras que me faria sentir, poderia eu, em algum modo, suavizar as que os pecadores derramam sem cessar em seu Sagrado Coração; que devia, sem cessar, gemer com Ele para alcançar misericórdia, a fim de que os pecados não chegassem ao cúmulo, e Deus perdoasse os pecadores pelo amor que tem a este amável Coração, que não cessa de consumir-Se pelo amor que tem aos homens.” (Carta 97 de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise)

“Durante os três dias de Carnaval, queria fazer-me em pedaços para reparar os ultrajes que fazem sofrer os pecadores à Sua Divina Majestade; e enquanto me era possível, os passava jejuando a pão e água, dando aos pobres o que recebia para meu alimento.” (Santa Margarida Maria, Escritos Autobiográficos – Tejada SJ – 2ª Edição, p.99).

“Meu Reverendo Padre: Nosso soberano Dono Se dignou infundir-me muito consolo com a leitura de vossa carta, depois de ter-me proibido de lê-la por muito tempo, por causa de certo impulso demasiado impetuoso que me tinha vindo de buscar nela consolo no sensível e doloroso estado de sofrimento em que Ele me havia colocado durante o Carnaval. Ofendem-No e O abandonam tantos pecadores! Parece-me que de tal modo é este o meu tempo de dor e amargura que não posso ver nem gostar de outra coisa do que ao meu Jesus sofredor e abandonado. Compadeço-me de Suas dores e penetra-me tão vivamente com elas o Seu Coração adorável que não conheço mais a mim mesma.” (Carta 135. de 17/1/1690, o.cit. pg. 471).


Morreu em 17 de Outubro de 1690, aos 43 anos de idade.
CORPO DE SANTA MARGARIDA MARIA
Foi canonizada em 1920, mas a data da sua festa foi antecipada por um dia para não coincidir com a de Santo Inácio de Antioquia

16 de outubro - Dia de Santa Edwiges



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Jacareí, 09 de setembro de 2007



Mensagem de Santa Edwirges


“-Marcos, Eu Sou EDWIGES serva do SENHOR e de MARIA SANTÍSSIMA, Sou conhecida por vós todos como a protetora dos endividados...

Sim, Eu pagava as dívidas dos pobres para com o Rei e ele os perdoava e os mandava ir em paz! E até mesmo novos presentes lhes dava por amor a Mim e em atenção ao meu pedido.

Mas agora as principais dívidas vossas que Eu quero pagar e alcançar o perdão, são as vossas dívidas com a Justiça de DEUS, causadas pelos vossos pecados! Tenho a missão de implorar o perdão do SENHOR e de MARIA SANTÍSSIMA dia e noite, o perdão das vossas dívidas! O perdão para as penas dos vossos pecados e alcançar assim do SENHOR a Clemência e a Misericórdia para vós!

Rezo, intercedo sem cessar junto do SENHOR e de MARIA SANTÍSSIMA por vós! Por isso deveis trazer-Me todos os dias vossas preocupações, vossas dores e, sobretudo vossas orações para que Eu as uma com as Minhas e assim apresente no Trono do SENHOR e de Sua Mãe essas dádivas para alcançar dEles o perdão das vossas dívidas!...

Deveis seguir-Me pelo caminho do desapego, da pobreza, da penitência que Eu mesma trilhei... Sendo rainha desapeguei-Me do Meu poder real pra fazer-me uma pobre religiosa... Sendo de nobre estirpe sempre procurei a penitência! Sempre procurei sacrifícios, sempre rezei durante muitas horas todo dia até mesmo descalça na neve e no gelo!... Procurei sempre consolar Nosso SENHOR e MARIA SANTÍSSIMA com muitas orações, muitas lágrimas, muitos jejuns e abstinências... Deveis seguir-me por esse caminho, deveis seguir-Me pelo caminho da obediência ao SENHOR! Sempre lutei para que a Santa Fé Católica, para que o Santo Rosário, para que a devoção à MARIA SANTÍSSIMA e a Nosso SENHOR se espalhassem não só no Meu reino, mas em todos os outros e para que todos amassem nosso SENHOR e MARIA SANTÍSSIMA de todo o coração! Deveis seguir-Me por essa estrada, deveis seguir-me imitando os Meus exemplos! Se fizerdes isso tereis o mesmo fim glorioso que eu tive, o Paraíso, o Céu!

No Céu Sou extremamente feliz! No Céu tenho a plena visão do Meu SENHOR e de Sua Mãe... No Céu recebo sem cessar a infinitude do Amor de DEUS, do conhecimento de DEUS da participação da felicidade infinita de DEUS... Lá tenho a plena fruição do SENHOR!

Se vós Me seguirdes pelo caminho da penitência, da oração, do desapego, da pobreza, da obediência irrestrita e incondicional ao SENHOR e à Sua MÃE sereis felicíssimos como Eu!... Brilhareis mais do que o Sol no meio dos Anjos de DEUS... Eu venho para dizer-vos que posso ajudar-vos muito e que é Minha missão ensinar-vos a amar e obedecer a MARIA SANTÍSSIMA e a Nosso SENHOR com todas as forças e amor do vosso coração!

Consagrai-vos, portanto a Mim! Fazei uma entrega especial de vossas almas e de vossas vidas a Mim nos dias 16 de cada mês. Procurai sempre durante o dia elevar o vosso pensamento a Mim, rezar-Me, pedir a Minha ajuda, pois Eu posso ajudar-vos muito no caminho da santidade! E até mesmo nas vossas preocupações cotidianas terrenas, mesmo nestas, quero e posso ajudar-vos desde que: vos recomendeis a Mim, vos entregueis totalmente e docilmente à Minha direção e que confieis plenamente que Eu posso com Minhas orações conceder-lhes muitas graças de Nosso SENHOR e de MARIA SANTÍSSIMA para vós!...


Na terra Eu usava uma coroa, no Céu preparo coroas para todos os verdadeiros filhos de DEUS e de MARIA SANTÍSSIMA, que obedecem a vontade dEles! Que renunciam a própria vontade! Que se desapegam e que sabem lutar com Eles e amá-Los com perfeição... Preparo para vós coroas no Céu, espero ansiosamente o dia de colocá-las sobre vossas cabeças. Não me decepcioneis! Portanto, não percais essas coroas por apegos passageiros, por amores terrenos que não conduzem ao Céu...
TUDO PASSA... SÓ DEUS FICA!

TUDO PASSA... SÓ O CÉU DURA PARA SEMPRE!

TUDO PASSA... SÓ A FÉ VIVERÁ...

Vinde a Mim! Sou vossa irmã, amiga e companheira... Quero ajudar-vos, dá me vossas mãos, então Eu as tomarei e vos levarei pelo caminho da santidade que Eu mesma percorri... Que é apertado, mas que é o caminho da vida, que é o caminho que conduz ao Céu!

Com a Minha ajuda e a Minha companhia ele será menos áspero para vós, pois Eu irei adiante de vós suavizando todas as pedras, que Nosso SENHOR Me permitir para que a vossa jornada seja mais fácil e alcanceis com mais segurança o Céu! Ficai na Paz do SENHOR...”


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Santa Edwiges
1174-1243

"[...] e quanto mais alta for a posição social, tanto mais obrigação se tem de edificar o próximo com o bom exemplo." 


São palavras de uma duquesa cuja única riqueza, maior que suas posses, era o espírito religioso e solidário, Edwiges, soberana da Silésia e da Polônia. 

Virtude foi o que ela mais exibiu e vivenciou em todas as fases da sua existência, primeiro como donzela, depois como esposa e, finalmente, como viúva. 



Na Europa Ocidental havia uma região chamada de Silésia, apos a segunda Guerra, a maior parte da região foi cedida à Polônia. Na época a Europa estava dividida em pequenos ducados e principados, havia imponentes castelos e o luxo era desmedido se comparado com a miséria da população, foi nesse tempo que nasceu uma Duquesa.

O nobre Bertoldo de Andech, casado com a jovem Inês tiveram oito filhos, uma das filhas casou-se com Filipe, rei da França, outra com André, rei da Hungria e foi mãe de Santa Isabel da Hungria, e outra se tornou abadessa beneditina.


No ano de 1174 nasce a Duquesa Edwiges, sua mãe Inês reunia os filhos muitas vezes ao dia para ensinar-lhes a rezar e contava histórias de mártires e santos que alegrava a muito a pequena Edwiges.

Aos seis anos Edwiges é colocada em um mosteiro para ser educada entre religiosas e quando completou doze anos seu pai arrumou o seu casamento com Henrique que era Duque da Silésia.O casamento realizou-se em 1186 e toda nobreza compareceu ao casamento, dentre eles sua majestade Inês, rainha da França, Gertrudes rainha da Hungria, ambas irmãs de Edwiges.

Após o casamento Edwiges que passa a ser Duquesa da Silésia e da Polônia chega ao seu castelo e aos treze anos tem seu primeiro filho, logo com a graça de Deus tiveram mais cinco filhos. A duquesa e seu marido tinham a castidade em alto preço guardavam a abstinência nos dias santos e nas sextas-feiras em memória a Paixão de Cristo, e após uma vida em comum diante do Bispo juraram não manter mais uma vida matrimonial e viveram assim por mais de trinta anos, na oração e no jejum para assim glorificarem a Deus.

Quando os filhos já estão adultos surgem uma rivalidade entre os irmãos Henrique o filho mais velho e Conrado o segundo filho, e surgem uma guerra o que causa um grande sofrimento a Edwiges. O filho mais velho Henrique sai vitorioso e o irmão Conrado ao sair em uma caçada foi atacado por uma fera que ele mesmo tinha ferido, vindo a falecer alguns dias depois, nesses tempos Edwiges tinha também acabado de perder o seu terceiro filho Boleslau.

No ano de 1227 ocorreram guerras violentas por terras e poder, o marido de Edwiges fica gravemente ferido e mais tarde veio a falecer, depois o filho Henrique parte para defender o reino contra os mongóis que trucidavam a população não respeitando velhos ou crianças, chega então a notícia da morte de Henrique. Em meio a tanta dor Edwiges se mantém forte e sofrendo em silêncio ensina a todos a respeitarem a vontade de Deus.

Após a morte do marido Edwiges retirou-se para o mosteiro de Trebnitz onde sua filha Gertrudes era Abadessa, e assim a rica duquesa se fez pobre entre as pobres monjas. Edwiges considerava os religiosos como uma porção eleita do povo de Deus e por eles tinha um imenso respeito e as considerava como pessoas santas. Edwiges e o marido fundaram diversos mosteiros e doavam generosas esmolas.

Santa Edwiges se considerava uma pecadora e as monjas como santas e por respeito tomava um pouco de água com que as monjas lavavam os pés, nos dando uma lição de humildade e respeito para com os religiosos.


Exemplos de Humildade e Paciência

Edwiges sempre se vestia com humildade apesar de sua riqueza e sua posição social, seu marido via nela um exemplo e ele era também conhecido por sua generosidade e passava muito tempo servindo aos franciscanos pelo amor a pobreza e humildade.

A santa não quis fazer os votos de religiosa apesar das insistências de sua filha, não por amor ao dinheiro, mas para poder fazer o bem distribuindo esmolas, pois era muito rica apesar de vestir-se com extrema pobreza.


Edwiges via em cada pobre a imagem de Cristo e distribuía seus bens em abundância para pagamento de sua “multidão de pecados” como ela dizia sempre.

Ao lado da humildade segui a paciência, nunca respondia asperamente e quando alguém lhe causava desgosto dizia “Que Deus lhe perdoe”, e mostrou uma imensa conformidade à vontade de Deus nas mortes de seus entes querido, sem jamais proferir uma reclamação ou palavra injusta.


Jejum e abstinência

Santa Edwiges jejuava quase todos os dias, menos nos domingos e dias festivos quando tomava duas refeições, durante quarenta anos não comeu carne, sue irmão Bispo de Bamberg a aconselhava a não ser tão rigorosa, mas sua convicção era imensa.

Seu marido Henrique em uma ocasião em que Edwiges estava doente pedia a ela que tomasse um pouco de vinho e se alimentasse melhor, mas um mordomo acusou Edwiges de não estar obedecendo ao marido, quando Henrique chegou próximo a mesa onde Edwiges estava se alimentando, pegou de repente o cálice e provou e sentiu o gosto do melhor dos vinhos, os empregados ficaram maravilhadas, pois estavam certos de terem colocado apenas água no copo.

Edwiges era penitente até nas vestes no tempo em que a nobreza se vestia com um luxo excessivo, a Santa tinha muita simplicidade e se agasalhava pouco no rigoroso inverno polonês.Andava sempre descalça nos pavimentos gelados do palácio, na igreja permanecia sempre de joelhos e uma vez uma criada que a acompanhava estava quase morrendo de frio quando colocou os pés no lugar onde Edwiges havia estado e sentiu um grande calor e começou a sentir-se melhor.

Por andar entre caminhos pedregosos seus calcanhares eram duros e rachados, conforme testemunhos da monja Juliana, essas rachaduras eram imensas, delas escorria um líquido sanguíneo que ia marcando seus passos na terra ou na neve.Usava Edwiges uma dura corda feita de crina com vários nós que era áspera e causava ferimentos em seu corpo, tudo para procurar mortificar e sofrer para expiar os pecados que achava ter. Tudo isso foi revelado no processo de canonização da santa.

De sua boca só saiam louvores a Deus e ao próximo, e como dizia o apóstolo são Tiago que quem não peca pela língua é santo, e neste aspecto ela também era santa.

A oração era constante na vida de Santa Edwiges, passava noites ajoelhada rezando e durante as missas usava um véu para esconder as lágrimas que saiam dos olhos devido à emoção de participar do Santo Ofício.

Enquanto houvesse sacerdote a santa sempre pedia que celebrassem missas, certa vez pediu ao capelão de nome Martinho que fosse buscar um padre para celebrar uma missa, o capelão com certa má vontade saiu pelo caminho e encontrou um irmão leigo e o apresentou a santa Edwiges, que cheia de simplicidade, julgando que ele fosse um padre, por confundir sua acentuada calvície com a tonsura clerical, pediu ao irmão que rezasse um missa.O homem se espantou e explicou que não era padre, mas um leigo que não sabia ler. A santa pediu desculpas dizendo que não estava caçoando dele e que fizera aquilo por ignorância e voltando-se ao capelão disse com mansidão:

Perdoe-lhe Deus por ter me enganado assim.


Santa Edwiges tinha um amor muito grande a Virgem Santíssima, a Jesus Sacramentado e a Paixão de Cristo. Aconselhado por Edwiges, seu marido Henrique construiu o mosteiro das monjas da ordem de Cister em Trebnitz e a santa deixou parte de seu dote de casamento para sustentar o mosteiro, além de generosas esmolas cedidas a tantos pobres e ordens religiosas.

A sua caridade era imensa e a sua compaixão pelo próximo era movida pelo imenso Respeito e Temor a Deus, tinha compaixão pelos prisioneiros, e pelos pobres e endividados. Como era muito rica, a duquesa possuía muitas terras e bens e perdoava todas as dividas e nunca desamparava um pobre que a ela recorresse.

Como na terra já realizava muitos milagres e muita caridade também dos céus perto de Deus seu poder de intercessão é muito grande, alguns milagres de Edwiges na terra são notórios como a cura de muitas irmãs do monastério, em alguns casos de cegueira.


Ressuscita os mortos

Certa vez um homem foi condenado à forca por ter roubado, os parentes do condenado foram recorrer à santa que pediu ao seu marido pelo condenado, o Duque respondeu que talvez o homem já tivesse sido morto, mas que se ele estivesse vivo seria perdoado, um soldado saiu rapidamente par ver se o homem estava vivo, mas encontrou o homem pendurado na forca e tirando a espada cortou a corda e o homem ressuscitou e o soldado disse a ele: “Graças a nossa santa senhora você foi perdoado”.

Outro fato foi relatado em Roma por várias testemunhas no processo de beatificação: Certa vez um inimigo declarado do Duque e conhecido mal-feitor foi preso e condenado à forca, para que Edwiges não soubesse da condenação, o duque mandou que o prisioneiro fosse executado na mesma madrugada, naquela noite Edwiges havia passado a noite na igreja e voltava para casa ao amanhecer e ela ficou sabendo da morte do condenado, ela pediu ao esposo que perdoasse aquele homem e o duque com a certeza de que ele já estava morto consentiu.Assim que o homem já morto há tempos foi retirado da forca recobrou a vida e desde então o duque ordenou que fossem libertados todos os prisioneiros pelos quais ela pedisse.

A morte da santa

Como se aproximava a morte de Edwiges, sua filha a abadessa Gertrudes perguntou a ela onde queria ser sepultada e a santa respondeu que gostaria de ser sepultada em um cemitério comum, como insistia sua filha em dar-lhe um túmulo na igreja a santa pediu para ser sepultada perto do altar de São Bartolomeu Apóstolo, mas a filha insistiu para que ela fosse sepultada diante do altar de São Pedro e Edwiges como tinha o dom dae prever o futuro como o fez em muitas vezes disse: “Se fizerem assim não terão mais sossego as monjas”, e como ela disse aconteceu devido às multidões que iam visitar o tumulo da santa.

Assim no dia 15 de novembro de 1243 morreu Santa Edwiges, seu pobre corpo estava dilacerado pelas penitências, as irmãs ao se prepararem para lavar o corpo da Santa ficaram horrorizadas ao verem sobre o corpo um duríssimo cilício e na cintura uma grossa corda de crina toda retorcida. Seu corpo estava coberto de feridas e a vista das irmãs o corpo tão pálido e quase azulado por causa dos freqüentes jejuns e macerações começou a tomar um tom róseo e a brilhar com uma luz celeste e um perfume emanava de seus lábios.

Os milagres começaram a se multiplicar para a glória de Deus, foram numerosos e dentre eles há o caso do filho do soldado Vitoslau Boresh que tinha sete anos de idade e adoeceu gravemente, na ânsia de respirar o peitinho da criança estava aprofundado as mãos e os pés estavam já amortecidos, o soldado que serviu à Santa Edwiges pediu nos seguintes termos : 

“ Minha senhora eu a servi durante a sua vida e lhe peço sua intercessão para que meu filho não morra “ e assim que terminou esta prece o menino voltou a falar e desapareceram os sinais de morte, o fato foi narrado no processo de beatificação da Santa e atestado por testemunhas.


No dia 15 de outubro de 1267, Edwiges é canonizada para glória de Deus e bem da Igreja, mais tarde foi canonizada Santa Teresa D’Avila, justamente no dia 15 de outubro de 1515 e a festa de Santa Edwiges foi transferida para o dia 16 de outubro.


JACAREÍ, 15.10.2014 -MENSAGEM DE NOSSA SENHORA - 335ª AULA DA ESCOLA DE SANTIDADE E AMOR DE NOSSA SENHORATRANSMISSÃO DAS APARIÇÕES DIÁRIAS AO VIVO VIA INTERNET NA WEBTV MUNDIAL: WWW.APPARITIONSTV.COM


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JACAREÍ, 15 DE OUTUBRO DE 2014
DIA DE SANTA TERESA D’AVILA
335ª AULA DA ESCOLA DE SANTIDADE E AMOR DE NOSSA SENHORA
TRANSMISSÃO DAS APARIÇÕES DIÁRIAS AO VIVO VIA INTERNET NA WEB MUNDIAL: WWW.APPARITIONSTV.COM
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA

(Maria Santíssima): “Amados filhos Meus, nesta noite convido-vos a imitardes o Meu prediletíssimo filho Geraldo Majella.
Imitai o grande amor que Ele teve pelo Senhor e por Mim, dando o vosso sim completo a Deus, dando o vosso sim completo a Mim vossa Mãe. E seguindo-Me pela estrada do sacrifício, da oração, do sacrifício, da santidade, da renúncia ao mundo, seus prazeres, pecados e modas.
Renunciai a tudo que vos leva ao pecado, a tudo o que vos separa de Deus, a tudo que vos faz trair o amor de Deus.
De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma para sempre? Era isto o que o Meu prediletíssimo Geraldo sempre pensava e meditava. E por causa disto jamais ele se deixou enganar pelas ilusões do mundo, pelos pecados e por satanás.
Ele manteve-se firme no caminho do Amor, do caminho do Senhor, no caminho da oração todos os dias de sua vida. E assim, vós também deveis viver, caminhar e buscar o Céu.
Eu vos amo muito e desejo que vós sejais outros Geraldos, de modo que este mundo todo cheio de trevas de pecado possa seja iluminado pela luz da vossa santidade.
Caminhai na estrada do verdadeiro amor, meditai as Minhas Mensagens, vivei cada dia como se fosse o vosso último dia na Terra, preparando-vos sempre para o encontro definitivo com Deus.
Caminhai sempre mais no caminho do Amor, porque o segredo do Meu prediletíssimo Geraldo foi o verdadeiro amor que Ele sempre teve pelo Senhor e por Mim.
Rezai o Santo Rosário. Quem rezar o Meu Santo Rosário será Santo como o Meu Geraldo Majella foi. O Rosário deu a Ele asas poderosas para que Ele subisse bem alto no Céu da santidade. E assim também o Rosário vos dará estas asas para chegardes bem alto no Céu do verdadeiro Amor.
A todos vos abençoo hoje, de Muro Lucano, de Materdomini e de Jacareí.”

  

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

15 de outubro - Dia de Santa Teresa d'Ávila


acessem: http://www.apparitionstv.com/

Santa Teresa d'Ávila
1515-1582

Filme Raro- Vida de Santa Teresa D'Avila - Teresa de Jesús - 1961


Nunca um santo ou santa mostrou-se tão "carne e osso" como Teresa d'Ávila, ou Teresa de Jesus, nome que assumiu no Carmelo. 

Nascida no dia 28 de março de 1515, seus pais, Alonso Sanchez de Cepeda e Beatriz d'Ávila y Ahumada, a educaram, junto com os irmãos, dentro do exemplo e dos princípios cristãos. 

Aos sete anos, tentou fugir de casa e peregrinar ao Oriente para ser martirizada pelos mouros, mas foi impedida. 

A leitura da vida dos santos mártires tinha sobre ela uma força inexplicável e, se não fossem os parentes terem-na encontrado por acaso, teria fugido, levando consigo o irmão Roderico. 

Órfã de mãe aos doze anos, Teresa assumiu Nossa Senhora como sua mãe adotiva. Mas o despertar da adolescência a levou a ter experiências excessivas ao lado dos primos e primas, tornando-se uma grande preocupação para seu pai. 

Aos dezesseis anos, sua atração pelas vaidades humanas era muito acentuada. Por isso, ele a colocou para estudar no colégio das agostinianas em Ávila. Após dezoito meses, uma doença grave a fez voltar para receber tratamento na casa de seu pai, o qual se culpou pelo acontecido.

 


Nesse período, pela primeira vez, Teresa passou por experiências espirituais místicas, de visões e conversas com Deus. Todavia as tentações mundanas não a abandonavam. Assim atormentada, desejando seguir com segurança o caminho de Cristo, em 1535, já com vinte anos, decidiu tornar-se religiosa, mas foi impedida pelo pai. Como na infância, resolveu fugir, desta vez com sucesso. Foi para o Convento carmelita da Encarnação de Ávila. 


Entretanto a paz não era sua companheira mais presente. Durante o noviciado, novas tentações e mais o relaxamento da fé não pararam de atormentá-la. Um ano depois, contraiu outra doença grave, quase fatal, e novamente teve visões e conversas com o Pai. Teresa, então, concluiu que devia converter-se de verdade e empregou todas as forças do coração em sua definitiva vivência da religião, no Carmelo, tomando o nome de Teresa de Jesus. 



Aos trinta e nove anos, ocorreu sua "conversão". Teve a visão do lugar que a esperaria no inferno se não tivesse abandonado suas vaidades. Iniciou, então, o seu grande trabalho de reformista. Pequena e sempre adoentada, ninguém entendia como conseguia subir e descer montanhas, deslocar-se pelos caminhos mais ermos e inacessíveis, de convento em convento, por toda a Espanha. Em 1560, teve a inspiração de um novo Carmelo, onde se vivesse sob as Regras originais. Dois anos depois, fundou o primeiro Convento das Carmelitas Descalças da Regra Primitiva de São José em Ávila, onde foi morar. 


Porém, em 1576, enfrentou dificuldades muito sérias dentro da Ordem. Por causa da rigidez das normas que fez voltar nos conventos, as comunidades se rebelaram junto ao novo geral da Ordem, que também não concordava muito com tudo aquilo. Por isso ele a afastou. Teresa recolheu-se em um dos conventos e acreditou que sua obra não teria continuidade. Mas obteve o apoio do rei Felipe II e conseguiu dar seqüência ao seu trabalho. Em 1580, o papa Gregório XIII declarou autônoma a província carmelitana descalça. 

Apesar de toda essa atividade, ainda encontrava espaço para transmitir ao mundo suas reflexões e experiências místicas. 

Na sua época, toda a cidade de Ávila sabia das suas visões e diálogos com Deus. Para obter ajuda, na ânsia de entender e conciliar seus dons de espiritualidade e as insistentes tentações, ela mesma expôs os fatos para muitos leigos e não apenas aos seus confessores. E ela só seguiu numa rota segura porque foi devidamente orientada pelos últimos, que eram os agora santos Francisco Bórgia e Pedro de Alcântara, que perceberam os sinais da ação de Deus. 

A pedido de seus superiores, registrou toda a sua vida atribulada de tentações e espiritualidade mística em livros como "O caminho da perfeição", "As moradas", "A autobiografia" e outros. 

Neles, ela própria narra como um anjo transpassou seu coração com uma seta de fogo. Doente, morreu no dia 4 de outubro de 1582, aos sessenta e sete anos, no Convento de Alba de Torres, Espanha. 

Na ocasião, tinha reformado dezenas de conventos e fundado mais trinta e dois, de carmelitas descalças, sendo dezessete femininos e quinze masculinos. 


Beatificada em 1614, foi canonizada em 1622. A comemoração da festa da transverberação do coração de Santa Teresa ocorre em 27 de agosto, enquanto a celebração do dia de sua morte ficou para o dia 15 de outubro, a partir da última reforma do calendário litúrgico da Igreja. O papa Paulo VI, em 1970, proclamou santa Teresa d'Ávila doutora da Igreja, a primeira mulher a obter tal título.



Santa Teresa de Ávila estava certo dia caminhando 

pelos corredores de seu mosteiro quando, 

de repente, viu um Menino de encantadora beleza. 

Dirigiu-se a Ele então (sem saber Quem era):

- Como foi que você entrou aqui? 

Ele disse: 

- E você, quem é? 

- Ora, eu sou Teresa de Jesus. 

Então Ele, sorrindo, disse: 

- E Eu, Eu sou Jesus de Teresa.

E desapareceu… 

“…Contigo louvamos o Filho,

Que ao Pai do Céu nos conduz. 

Ele é Jesus de Teresa, 

Tu, Teresa de Jesus”.

**************************************
Santa Teresa d'Ávila

Santa Teresa de Ávila ou Santa Teresa de Jesus(Gotarrendura, 28 de março de 1515 — Alba de Tormes, 4 de outubro de 1582) foi uma religiosa e escritora espanhola, famosa pela reforma que realizou no Carmelo e por suas obras místicas

Infância

Teresa de Cepeda e Ahumada nasceu na província de Ávila, Espanha, numa família da baixa nobreza. Seus pais chamavam-se Alonso Sánchez de Cepeda e Beatriz Dávila e Ahumada. 

Teresa refere-se a eles com muito carinho. Alonso teve três filhos de seu primeiro casamento. Beatriz deu-lhe outros nove.

Aos sete anos, gosta muito de ler histórias dos santos. Seu irmão Rodrigo tinha quase a sua idade, por isto costumavam brincar juntos. 
As duas crianças viviam pensando na eternidade, admiravam a coragem dos santos na conquista da glória eterna.

Achavam que os mártires tinham alcançado a glória muito facilmente e decidiram partir para o país dos mouros com a esperança de morrer pela fé. 

Assim sendo, fugiram de casa, pedindo a Deus que lhes permitisse dar a vida por Cristo. Em Adaja encontraram um dos tios que os devolveu aos braços da aflita mãe. Quando esta os repreendeu, Rodrigo colocou toda a culpa na irmã. 

Com o fracasso de seus planos, Teresa e Rodrigo decidiram viver como ermitães na própria casa e construíram uma cela no jardim, sem nunca conseguir terminá-la. Desde então, Teresa amava a solidão.

Juventude

A mãe de Teresa faleceu quando esta tinha quatorze anos: "Quando me dei conta da perda que sofrera, comecei a entristecer-me. 

Então me dirigi a uma imagem de Nossa Senhora e supliquei com muitas lágrimas que me tomasse como sua filha". 

Quando completou quinze anos, o pai levou-a a estudar no Convento das Agostinianas de Ávila, para onde iam as jovens de sua classe social.

Um ano e meio mais tarde, Teresa adoeceu e seu pai a levou para casa. 

A jovem começou a pensar seriamente na vida religiosa que a atraía por um lado e a repugnava por outro. O que a ajudou na decisão foi a leitura das "Cartas" de São Jerônimo, cujo fervoroso realismo encontrou eco na alma de Teresa. 

A jovem comunica ao pai que desejava tornar-se religiosa, mas este pediu-lhe para esperar que ele morresse para ingressar no convento. 

No entanto, em uma madrugada, com 20 anos, a santa fugiu para o Convento Carmelita de Encarnación, em Ávila, com a intenção de não voltar para casa.

Vida religiosa

Teresa ficou no Convento da Encarnação. Tinha 20 anos. Seu pai, ao vê-la tão decidida, deixou de opor-se à sua vocação. 
Um ano depois fez a profissão dos votos.

Pouco depois, piorou de uma enfermidade que começara a molestá-la antes de professar. Seu pai a retirou do convento. 
A irmã Joana Suárez acompanhou Teresa para ajudá-la. Os médicos, apesar de todos os tratamentos, deram-se por vencidos e a enfermidade, provavelmente impaludismo, se agravou. 

Teresa conseguiu suportar aquele sofrimento, graças a um livrinho que lhe fora dado de presente por seu tio Pedro: "O terceiro alfabeto espiritual", do Padre Francisco de Osuna. 

Teresa seguiu as instruções da pequena obra e começou a praticar a oração mental. Finalmente, após três anos, ela recuperou a saúde e retornou ao Carmelo.

Sua prudência, amabilidade e caridade conquistavam a todos. Segundo o costume dos conventos espanhóis da época, as religiosas podiam receber todos os visitantes que desejassem, a qualquer hora. 

Teresa passava grande parte de seu tempo conversando no locutório. Isto a levou a descuidar-se da oração mental. 

Vivia desculpando-se dizendo que suas enfermidades a impediam de meditar.
Pouco depois da morte de seu pai, o confessor de Teresa fê-la ver o perigo em que se achava sua alma e aconselhou-a a voltar à prática da oração. 

Desde então, a santa jamais a abandonou. No entanto, ainda não se decidira a entregar-se totalmente a Deus nem a renunciar totalmente às horas que passava no locutório trocando conversas e presentes com os visitantes.

Curioso notar que, em todos estes anos de indecisão no serviço de Deus, Santa Teresa jamais se cansava de prestar atenção aos sermões, "por piores que fossem".

Cada vez mais convencida de sua indignidade, Teresa invocava com freqüência os grandes santos penitentes, Santo Agostinho e Santa Maria Madalena, aos quais estão associados dois fatos que foram decisivos na vida da santa. 

O primeiro foi a leitura das "Confissões" de Santo Agostinho.

O segundo foi um chamamento à penitência que ela experimentou diante de um quadro da Paixão do Senhor: 

"Senti que Santa Maria Madalena vinha em meu socorro... e desde então muito progredi na vida espiritual". 

Sentia-se muito atraída pelas imagens de Cristo ensangüentado em agonia. 

Certa ocasião, ao deter-se sob um crucifixo muito ensanguentado, perguntou: "Senhor, quem vos colocou aí?" 

Pareceu-lhe ouvir uma voz: "Foram tuas conversas no parlatório que me puseram aqui, Teresa". 

Ela chorou muito e a partir de então não voltou a perder tempo com conversas inúteis e nas amizades que não a levavam à santidade.

As Carmelitas, como a maioria das religiosas, desde os princípios do século XVI, já haviam perdido o primeiro fervor. 

Já vimos que os locutórios dos conventos de Ávila eram uma espécie de centro de reunião para damas e cavalheiros de toda a cidade. 

As religiosas saíam da clausura pelo menor pretexto. 
Os conventos eram lugares ideais para quem desejava uma vida fácil e sem problemas. As comunidades eram muito numerosas.

O Convento da Encarnação possuía quase 200 religiosas.
Só o amor dá valor a todas as coisas. E o mais necessário é que seja grande o bastante para que nenhuma coisa o estrove.

Reformadora e fundadora
Já que esta situação era aceita como normal, as religiosas não se davam conta de que seu modo de vida estava muito distante do espírito de seus fundadores. 

Assim, quando uma sobrinha de Santa Teresa, também religiosa no Convento da Encarnação, deu-lhe a ideia de fundar uma comunidade reduzida, a santa, que já estava há 25 anos naquele convento, resolveu colocar em prática o plano.

São Pedro de Alcântara, São Luís Beltrán e o bispo de Ávila aprovaram o projeto. 

O provincial dos Carmelitas, Pe. Gregório Fernández, autorizou Teresa a colocar seu plano em prática. 

Contudo, a execução do projeto causou muitos comentários e o provincial retirou a permissão. 

Santa Teresa foi criticada pelos nobres, pelos magistrados, pelo povo e até por suas próprias irmãs. Apesar disso tudo, o dominicano Pe. Ibañez incentivou Teresa a prosseguir seu projeto.

São Pedro de Alcântara, Dom Francisco de Salcedo e o Pe. Gaspar Daza conseguiram que o bispo tomasse a causa da fundação do novo convento para si.

Eis que chega de Roma a autorização para se criar a nova casa religiosa, o que ocorreu no dia de São Bartolomeu, em 1562. 

Durante a missa receberam o véu a sobrinha da santa e outras três noviças.
A inauguração causou grande rebuliço em Ávila.

Nesta mesma tarde, a superiora do Convento da Encarnação mandou chamar Teresa e a santa a procurou com certo temor, pensando que iam encarcerá-la. 

Teve que explicar sua conduta à superiora e ao Pe. Angel de Salazar, provincial da Ordem. 

A Santa reconhece que não faltava razão a seus superiores por estarem desgostosos. Mesmo assim, o Pe. Salazar lhe prometeu que ela poderia retornar ao Convento de São José logo que se acalmassem os ânimos da população.

A fundação não era bem vista em Ávila, porque as pessoas desconfiavam das novidades e temiam que um convento sem recursos se transformasse em um peso para a cidade. 

O prefeito e os magistrados teriam mandado demolir o convento, se não tivessem sido dissuadidos pelo dominicano Bañez. 

Santa Teresa não perdeu a paz em meio às perseguições e prosseguiu colocando a obra nas mãos de Deus.

Francisco de Salcedo e outros partidários da fundação enviaram à corte um sacerdote que defendesse a causa diante do rei. Os dois dominicanos Báñez e Ibáñez acalmaram o bispo e o provincial. Pouco a pouco a tempestade foi-se acalmando. 

Quatro meses depois, o Pe. Salazar permitiu que Santa Teresa e suas quatro religiosas retornassem ao Convento de São José.


Teresa estabeleceu em seu convento a mais estrita clausura e o silêncio quase perpétuo. A comunidade vivia na maior pobreza. 

As religiosas vestiam hábitos toscos, usavam sandálias em vez de sapatos (por isso foram chamadas "descalças") e eram obrigadas a abstinência perpétua de carne. 

A fundadora, a princípio, não aceitou comunidades com mais de treze religiosas. Mais tarde, nos conventos que possuiam alguma renda, aceitou que residissem vinte monjas.

A grande mística Teresa não descuidava das coisas práticas. Sabia utilizar as coisas materiais para o serviço de Deus. 

Certa ocasião disse: 

"Teresa sem a graça de Deus é uma pobre mulher; com a graça de Deus, uma fortaleza; com a graça de Deus e muito dinheiro, uma potência".

Encontrou certo dia em Medina del Campo dois frades carmelitas que estavam dispostos a abraçar a Reforma: Antonio de Jesús de Heredia, superior, e Juan de Yepes, que seria o futuro São João da Cruz.
Aproveitando a primeira oportunidade, ela fundou um conventinho de frades em Duruelo em 1568. 

Em 1569 fundou o de Pastrana. Em ambos reinava a maior pobreza e austeridade. 
Santa Teresa deixou o resto das fundações de conventos de frades a cargo de São João da Cruz.

Depois de muitas lutas, incompreensões e perseguições, obteve de Roma uma ordem que eximia os Carmelitas Descalços da jurisdição do Provincial dos Calçados.

Em 1580, quando estabeleceu-se a separação entre os dois ramos do Carmelo, Santa Teresa tinha 65 anos e sua saúde estava muito debilitada. 

Nos últimos anos de sua vida fundou outros dois conventos. As fundações da Santa não eram simplesmente um refúgio das almas contemplativas, mas também uma espécie de reparação pelos destroços causados nos mosteiros pelo protestantismo, principalmente na Inglaterra e na Alemanha.

A morte

Na fundação do convento de Burgos, que foi a última, as dificuldades não diminuiram. 

Em julho de 1582, quando o convento já ia com suas obras adiantadas, Santa Teresa tinha intenção de retornar a Ávila, mas viu-se forçada a mudar seus planos para ir a Alba de Tormes visitar a duquesa Maria Henríquez. 

A Beata Ana de São Bartolomeu afirmou que a viagem não estava bem programada e que a Santa estava tão fraca que desmaiou no caminho. Certa noite só puderam comer alguns figos. 

Chegando a Alba, Teresa teve que deitar-se imediatamente. Três dias depois, disse à Beata Ana de São Bartolomeu:

"Finalmente, minha filha, chegou a hora de minha morte".

O Pe. Antonio de Heredia ministrou-lhe os últimos sacramentos. Quando o mesmo padre levou-lhe o viático, a Santa conseguiu erguer-se do leito e exclamou: 

"Oh, Senhor, por fim chegou a hora de nos vermos face a face!"

Ela morreu às 9 horas da noite de 4 de outubro de 1582. 

Exatamente no dia seguinte efetuou-se a Mudança para o calendário gregoriano, que suprimiu dez dias, de modo que a festa da santa foi fixada, mais tarde, para o dia 15 de outubro. Foi sepultada em Alba de Tormes, onde repousam suas relíquias.

Teresa é uma das maiores personalidades da mística católica de todos os tempos. 

Suas obras, especialmente as mais conhecidas (Livro da Vida, Caminho de Perfeição, Moradas e Fundações), contém uma doutrina que abraça toda a vida da alma, desde os primeiros passos até à intimidade com Deus no centro do Castelo Interior. 

Suas cartas no-la mostram absorvida com os problemas mais triviais. Sua doutrina sobre a união da alma com Deus é bem firmada na trilha da espiritualidade carmelita, que ela tão notavelmente soube enriquecer e transmitir, não apenas a seus irmãos, filhos e filhas espirituais, mas à toda Igreja, à qual serviu fiel e generosamente. 

Ao morrer sua alegria foi poder afirmar: 

"Morro como filha da Igreja".

Santa Teresa Carmelitas Barcelona.jpg

Foi canonizada em 1622. No dia 27 de setembro de 1970, o papa Paulo VI conferiu-lhe o título de Doutora da Igreja.

Santa Teresa de Ávila é considerada um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. 
Sta Teresa Mosteiro Sta. Teresa-Avila.jpg
Mesmo ateus e livres-pensadores são obrigados a enaltecer sua viva e arguta inteligência, a força persuasiva de seus argumentos, seu estilo vivo e atraente e seu profundo bom senso. 

O grande Doutor da Igreja, Santo Afonso Maria de Ligório, a tinha em tão alta estima que a escolheu como patrona, e a ela consagrou-se como filho espiritual, enaltecendo-a em muitos de seus escritos.

Sua festa é comemorada no dia 15 de outubro.

Frases de Santa Tereza d´Avila:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”


“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”
“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”

“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

Êxtase de Santa Teresa
SANTA TERESA DE JESUS

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